MPTO dará posse a dois novos promotores de Justiça no dia 25 de fevereiro

Publicado em: 11/02/2026

O Ministério Público do Tocantins (MPTO) dará posse, no próximo dia 25 de fevereiro, a dois novos promotores de Justiça substitutos, reforçando a atuação institucional em defesa da sociedade tocantinense. A solenidade ocorrerá às 10h, no auditório térreo da sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Palmas.




Serão empossados Átila de Andrade Pádua e Raimundo Fábio da Silva, aprovados no 10º Concurso para Promotor de Justiça Substituto do MPTO, realizado ao longo de 2022. O certame contou com seis etapas e aproximadamente 1.300 candidatos inscritos, evidenciando o alto nível de concorrência para ingresso na carreira ministerial.




Com a posse, o MPTO passa a contar com 121 membros ativos, ampliando sua capacidade de atendimento à população tocantinense em todo o estado. Para o procurador-geral de Justiça, Abel Andrade Leal Júnior, cada nova posse representa avanço institucional. “Cada solenidade de posse representa um marco do nosso esforço para avançarmos em nossa estrutura, aprimorarmos o trabalho e fazermos a diferença na vida dos cidadãos”, afirma. 




A posse ocorrerá em sessão solene do Colégio de Procuradores de Justiça, com a participação de integrantes da instituição, autoridades e familiares dos novos membros.




Perfil dos novos promotores



Átila de Andrade Pádua é bacharel (2014) e mestre (2016) em Direito pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Atuou como advogado em Minas Gerais, prestando serviços à Santa Casa de Misericórdia de Passos e à Fundação de Ensino Superior de Passos, além de ter experiência como professor universitário. Desde 2024, exercia o cargo de Analista Jurídico do Ministério Público do Estado de São Paulo, na Promotoria de Justiça Criminal de Franca. 



Raimundo Fábio da Silva é graduado em História e em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com pós-graduação em Direito Penal e Processual Penal pela Universidade Candido Mendes (UCAM); e em Direito Público pela Escola da Magistratura de Pernambuco (Esmape). Atuou como 3º sargento do Exército Brasileiro entre 1999 e 2008 e, posteriormente, ingressou no Tribunal de Justiça de Pernambuco, onde exerceu o cargo de técnico judiciário e a função de assessor de magistrado por mais de uma década. Desde 2025, atuava como oficial de Justiça do TJPE.