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ATRÁS DAS GRADES

Suspeito de estupro de vulnerável e subtração de incapaz é preso pela Polícia Civil

06/05/21 15:33:26 | Atualizado em: 06/05/21 15:33:26

Um homem de 30 anos foi preso pela Polícia Civil, por meio de ação realizada pela equipe de policiais da 22ª Delegacia de Xambioá, nesta quinta-feira, 6. Na oportunidade, os policiais civis também cumpriram mandado de busca e apreensão na residência que era ocupada pelo homem preso. Segundo a autoridade policial, o indivíduo, que é casado com uma tia da vítima, é investigado pela prática de crime de estupro de vulnerável e subtração de incapaz de uma adolescente de 14 anos, mas que à época dos fatos, tinha 13 anos.

Conforme explicou o delegado Márcio Lopes da Silva, que coordenou a ação, a menor estava desaparecida da casa de uma tia, com quem morava, desde o dia 18 de março deste ano. Durante as investigações do desaparecimento, a Polícia Civil tomou conhecimento da ocorrência de uma suposta prática de estupro de vulnerável, crime praticado, em tese, pelo investigado. Durante a apuração, também foi descoberto que a menor teria sido estuprada ainda no ano de 2020 e desaparecido, no mês de março de 2021.

“Com o aprofundamento das investigações, o marido da tia da vítima passou a figurar também como o principal suspeito de ter dado sumiço à menor e, desse modo, intensificamos a apuração dos fatos”, ressaltou o delegado. Com base nas evidências, o delegado representou ao Poder Judiciário, pela prisão temporária do indivíduo, bem como, pela busca e apreensão no endereço do mesmo, além de quebra de sigilo de dados telefônico e telemático.

De posse da ordem judicial, foi dado cumprimento ao mandado de prisão e busca e apreensão. Ao mesmo tempo, policiais civis da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (Deamv) de Araguatins, localizaram a menor na casa de uma tia do suspeito. As investigações da Polícia Civil revelaram ainda que o homem levou a menina para o local no mesmo dia do desaparecimento.

Após ser preso, o homem foi conduzido para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA), onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.