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De olho na política

Por Erica Lima

Coluna

12/12/17 11:41 | Atualizado em: 12/12/17 11:41

POLÍTICA

Pré-candidatura de Dimas faz com que partidos comecem a marcar território





Uma coisa todo mundo percebeu, o inusitado anúncio da pré-candidatura de Ronaldo Dimas (PR) ao Governo do Tocantins oxigenou o cenário político do Tocantins. Quem esperava um final de ano parado, se surpreendeu com as recentes movimentações.

O levante de Dimas, fez com que muitos partidos políticos corressem para tentar demarcar seus espaços para serem vistos como opções de alianças.

Ontem mesmo, o PP, o PPS e o PRB oficializaram a criação do blocão independente com um projeto único. A ideia principal é fortalecer um nome para a chapa majoritária. Todos estão de olho na segunda vaga para o senado, já que a primeira já pertence a Vicentinho Alves (PR) que já explicitou a sua pretensão de disputar a reeleição.

Esse blocão tem como principal figura o deputado federal Cesar Halum (PRB), que já conta com o apoio declarado dos prefeitos associados à Associação de Municípios do Bico do Papagaio.

Além do pretenso pré-candidato ao senado, o blocão também quer eleger um deputado estadual e um deputado federal.

O grupo ainda não assumiu que está de olho em Dimas. Os três partidores informaram que a partir de agora estão abertos a conversas com os pré-candidatos e que irão focar nos programas de governo que comtemplem as temáticas defendidas pelo bloco.


Foto: Luciano Coelho/Facebook
 

06/12/17 16:17 | Atualizado em: 06/12/17 16:17

POLÍTICA

Kátia espera que delação de Rossini derrube Marcelo Miranda





A Senadora Kátia Abreu (Sem partido) usou o Twitter para dizer que não acredita que o fim da corrupção virá pela interferência da União, e sim dos estados.
Em uma de suas postagens ela chegou a declarar que irá “interromper o ciclo de corrupção sistêmica no governo”.

A senadora, que foi expulsa do PMDB, é pré-candidata declarada ao Governo do Tocantins e está tentando viabilizar uma candidatura sólida e com alianças coesas. Por enquanto, ela tem conversado com o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), e com o de Gurupi, Laurez Moreira (PSDB). A parlamentar também intensificou a sua agenda no interior do estado e tem angariado apoios importantes nas cidades por onde passa.

Kátia ainda está buscando um partido para chamar de seu. O perfil desagregador da senadora tem distanciado algumas siglas. Nos bastidores corre a informações de que o Podemos já teria formalizado um convite para a parlamentar, mas ela estaria de olho em uma vaga no PDT de Ângelo Agnolin.

Kátia tem falado que só irá decidir seu rumo após o carnaval, mas muitos acreditam que, por hora, ela estaria focada em derrubar Marcelo Miranda (PMDB) do Governo. Diversas vezes a senadora declarou sua convicção de que o atual governador do Tocantins estará inelegível nas próximas eleições.

 A parlamentar não explica os motivos e nem a que processo ela se refere, mas nas rodas de conversa existentes em uma tradicional panificadora palmense circula a informação de que Kátia espera a divulgação do conteúdo da delação do empreiteiro Rossini Aires Guimarães, dono da construtora Rio Tocantins.

O depoimento do empreiteiro seria parte integrante do inquérito da Operação Convergência, que trata da união da Operação Ápia e da Operação Reis do Gado, realizadas pela Polícia Federal. O depoimento durou 14 horas e o empreiteiro teria citado diversos políticos com foro privilegiado. Esse depoimento ainda aguarda homologação do STF.

Muitos acreditam que Rossini, que foi alvo nas duas operações, teria envolvido o governador em um esquema de fraude de licitação gigantesco. Essa é a pá de cal que Kátia espera para enterrar a carreira política de Marcelo Miranda.

Vamos aguardar os próximos capítulos.

05/12/17 11:24 | Atualizado em: 05/12/17 11:24

POLÍTICA

Temas importantes ficam esquecidos na Câmara de Palmas enquanto vereador questiona processo de renovação de CNH de Carlos Amastha





Qual o papel do vereador? Esse é um questionamento que os moradores de Palmas têm feito há alguns anos.

Para quem não sabe, o papel do vereador é fiscalizar e cobrar ações do governo; verificar se os recursos do município estão sendo devidamente aplicados pela prefeitura para a promoção do bem-estar da população; e elaborar projetos de leis municipais.

Mas hoje, uma das discussões propostas pelo vereador Milton Neris (PR), estava longe do papel do vereador. O parlamentar resolveu questionar, na tribuna, o motivo que fez o prefeito Carlos Amastha (PSB) sair de Palmas para renovar a sua carteira de motorista em Paraíso. O assunto é de tanta relevância para o parlamentar que ele disse que irá enviar expediente cobrando explicações ao Detran.

Enquanto esses assuntos surgem no parlamento, permanecem parados na Casa os projetos que dispõem sobre o Plano Diretor, sobre o novo endereçamento, sobre o orçamento municipal e até o que trata das emendas impositivas.

Os parlamentares já esqueceram que um levantamento do Observatório Social, organização não governamental que fiscaliza o trabalho dos vereadores, apresentado no ano passado mostrou que 85% dos projetos votados na Câmara de Palmas de 2013 a 2016 são irrelevantes.

Para o parlamento é mais importante descobrir detalhes sobre a renovação da carteira de habilitação do prefeito do que votar projetos de interesse da população.
 

04/12/17 08:45 | Atualizado em: 04/12/17 08:45

ESTADO

Dimas lança sua pré-candidatura Governo do Tocantins nesta manhã

Descontentamento do prefeito já mostrava sua intenção de concorrer ao Palácio Araguaia





O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR) irá lançar sua pré-candidatura ao Governo do Tocantins em uma solenidade que acontece no Hotel Relicário em Araguaína, na manhã desta segunda-feira, 04.

A pré-candidatura é lançada quatro dias após o gestor ter sido convidado pelo presidente da sigla, senador Vicentinho Alves (PR) para assumir o posto.
Nos bastidores corre a informação de que o lançamento dessa pré-candidatura comprova o rompimento de Vicentinho com o Palácio Araguaia. O senador aguardava a abertura de espaço na administração. Chegou-se a cogitar a possibilidade do ex-prefeito de Porto Nacional Otoniel Andrade assumir a Secretaria da Habitação, mas o nome foi rejeitado por membros da base governista, entre eles os integrantes do PV, Cláudia Lélis e Joaquim Maia, atual prefeito de Porto.

Desde o início da gestão de Marcelo Miranda (PMDB), Dimas tem se mostrado arredio às ações do governador. O gestor passou a culpar o estado pelos principais problemas de infraestrutura de Araguaína. Mas, Marcelo Miranda determinou investimentos pesados no município, entre eles está a pavimentação e o recapeamento de diversos bairros, a estruturação da Polícia Civil e a reconstrução das principais vias de acesso à cidade.

Mesmo descontente, o prefeito se fez obrigado a comparecer às solenidades de inauguração das obras feitas pela gestão de Marcelo Miranda. Sua intenção era fazer com que sua imagem também fosse vinculada aos benefícios entregues à população.

A aproximação de Vicentinho ao Palácio Araguaia não foi suficiente para arrancar a percepção da população de que todo esse descontentamento de Dimas em relação a Miranda estava ligado a sua intenção de disputar a principal cadeira do executivo estadual.

Nos últimos dias, Dimas intensificou as conversas com apoiadores, com membros da gestão municipal, com familiares, representantes de entidades comercias e produtores rurais. O evento partidário contará com membros das direções estaduais e municipais do PR, prefeitos da sigla, ex-prefeitos e com senador Vicentinho Alves.

30/11/17 12:44 | Atualizado em: 30/11/17 12:44

POLÍTICA

Condenação de Marcelo Miranda não desestruturou governador que continua buscando a ascensão do Governo






Tem muita gente achando que a condenação de Marcelo Miranda (PMDB) pela Justiça Federal no caso da Ocip/Brasil desestruturou o govenador, mas a agenda de governo continua com o foco em 2018.

Marcelo Miranda tem se fortalecido a cada dia. Durante esses três anos de governo ele conseguiu fazer com que o Tocantins, que está no fundo do poço, parasse de cavar e manteve o estado com as contas públicas estabilizadas.

Este ano, Marcelo começou a ascensão. Tem ido ao interior entregar a reconstrução da malha viária tocantinense, inaugurar obras e se relacionar com a população. Na semana passada, por exemplo, ele foi à Gurupi entregar ao município, 128 quilômetros de estradas vicinais recuperadas, essas estradas tinham toda a infraestrutura hidráulica com pontes e bueiros de concreto. Até Laurez, que estava meio afastado, ficou balançado com a simpatia do gestor.

Assim como Gurupi, outras 71 cidades estão sendo beneficiadas com os US$ 73 milhões disponibilizados pelo Banco Mundial para investimentos em obras de infraestrutura logística em estradas vicinais.

Além dos investimentos em estradas vicinais, Marcelo determinou a retomada de obras paralisadas no interior. São escolas, unidades habitacionais e infraestrutura urbana. O gestor também muniu a sua equipe técnica de experts capazes de desenvolver projetos com a intenção de obter investimentos internacionais para o estado. O exemplo pode ser visto na implementação do CREMA 2, o programa que deve começar a recuperar 1,3 mil quilômetros de rodovias a partir de 2018, com recursos do Banco Mundial.

Mas nem tudo no estado são flores. A gestão enfrenta grandes problemas gerados por demandas populares.

O governo tem investido em infraestrutura para a segurança pública, mas nos bastidores ainda corre a informação de que essa gestão não será capaz de realizar o concurso da Polícia Militar e nem de nomear outros aprovados no certame da Polícia Civil. Isso pode manchar a imagem do governador, mas a solução já está sendo estudada pelo Comitê Gestor.

Outro problema são as incertezas geradas com a saída da Unimed Centro Oeste/Tocantins da gestão do Plansaúde. Nessa gestão, Marcelo não conseguiu atender as demandas dos servidores e essa relação pode piorar caso o plano pare de funcionar.

A relação de Marcelo Miranda com os servidores ainda é uma incógnita. Mesmo tendo efetuado, após acordo, o pagamento da data-base de 2016, o governador ainda é bombardeado por cobranças. O funcionalismo ainda tem a esperança de voltar a receber os salários sem o atraso de oito dias e a data-base no período determinado pela legislação. Além disso, existem quase 5 mil concursados aguardando o pagamento de suas progressões.

Em 2017, após mudanças no governo, Marcelo Miranda conseguiu interiorizar sua gestão e começou a mostrar para a população que é possível fazer investimentos em tempos de crise.

Em 2018, o que se espera é um governador mais arrojado e mais próximo da população. Marcelo já sabe que caso ele não ocupe os espaços que lhe forem concedidos, outros podem fazer isso com muita facilidade e na lista já temos um estrangeiro, um presidente de Assembleia, um juiz ficha-limpa, dois prefeitos e dois senadores.




 

27/11/17 10:32 | Atualizado em: 27/11/17 10:32

POLÍTICA

Amastha corre contra o tempo para reverter criação de Emenda Impositiva




Os vereadores de Palmas devem voltar a apreciar na próxima quarta-feira, 30, a Proposta de Emenda à Lei Orgânica que institui a Emenda Impositiva ao Orçamento. O projeto foi aprovado em primeiro turno e espera o prazo regimental de cinco sessões ordinárias para voltar à pauta.

As emendas impositivas, que são de execução obrigatória, geralmente são utilizadas pelos parlamentares para fazer pequenas obras em suas bases eleitorais. Na Assembleia Legislativa do Tocantins, os deputados já têm direito a esse crédito, e a mesma coisa deve acontecer em Palmas.

A proposta foi aprovada 13 votos favoráveis e cinco contrários. Entre os favoráveis estavam cinco vereadores da base governista: Marilon Barbosa (PSB), Vanda Monteiro (PSL), Etinho Nordeste (PTB), Juscelino Rodrigues (PTC) e Filipe Martins (PSC). Completam a lista os oposicionistas Filipe Fernandes (PSDC), Leo Barbosa (SD), Lúcio Campelo (PR), Diogo Fernandes (PSD), Milton Neris (PP), Rogério Freitas (PMDB), Ivory de Lira (PPL) e Vandim da Cerâmica (PSDC).

Se aprovada em segundo turno, a proposta irá garantir até o limite de 1,2% da Receita Corrente Líquida (RCL) do ano anterior para os parlamentares. Como a RCL deste ano está estimada em R$ 963.386.755, significa que os vereadores teriam R$ 11.560.641,06 para emendas, ou R$ 608.454,79 cada um dos 19 vereadores.

A aprovação da matéria causou uma crise entre o prefeito Carlos Amastha e o parlamento. Como retaliação, Amastha teria exonerado os aliados da vereadora Vanda Monteiro e solidários à parlamentar; os outros vereadores governistas defensores da matéria entregaram seus cargos no município.

A ação faz com que o prefeito de Palmas perca cinco parlamentares, com isso sua base fica com apenas cinco vereadores, contra nove na oposição e cinco independentes.

Na tentativa de reverter o resultado, Amastha colocou o bloco na rua e seus auxiliares estão fazendo um trabalho de corpo a corpo junto aos vereadores. Toda a articulação está sendo comandada pelo secretário Júnior Coimbra.


23/11/17 10:32 | Atualizado em: 23/11/17 10:32

POLÍTICA

Siqueira filia-se ao DEM e insatisfação do Palácio Araguaia pode ocasionar queda de gestora





A sala da presidência do Senado serviu de sede para a filiação do ex-governador Siqueira Campos ao Democratas. A solenidade aconteceu ontem e contou com a participação da presidente estadual da legenda, deputada federal Dorinha Seabra, e lideranças nacionais.

Siqueira estava sem partido desde março de 2016 e já fez parte do DEM, na época em que a sigla se chamava PFL.

Com a entrada de Siqueira, o DEM passa a ter como integrantes de seus quadros dois membros da família, já que o deputado estadual Eduardo também aderiu à sigla ainda no ano passado.

A partir de agora, o que muita gente questiona é como vai ficar a relação do DEM com o Governo do Tocantins já que a sigla foi responsável pela indicação de Wanessa Sechin para a Secretaria da Educação.

Muitos acham que o rompimento está próximo e que existe a possibilidade de queda da gestora, pois Siqueira é adversário político de Marcelo Miranda e a entrada do ex-gestor no DEM não teria agradado o Palácio Araguaia.

Vamos esperar o desenrolar dos próximos capítulos.

22/11/17 16:05 | Atualizado em: 22/11/17 16:05

POLÍTICA

Decisão sobre endereçamento deve sair só ano que vem





O Projeto de Lei de autoria do Executivo municipal que muda o endereçamento da cidade de Palmas só deve ser apreciado em plenário em 2018. Isso porque a Câmara Municipal quer saber a opinião da população em relação à mudança. O palmense pode escolher entre o endereço atual, instalado em 1997, e o original.

O objetivo é conhecer os anseios da comunidade e tentar evitar impactos sociais para a população de Palmas. “Temos que considerar que em 1997, quando a mudança no endereçamento foi feita, Palmas tinha 128 mil habitantes e hoje nossa população estimada é de cerca e 300 mil, não podemos deixar de ouvir a população”, disse o vereador Junior Geo (PROS).

A votação pode ser feita no site da Câmara Municipal, no endereço www.cmpalmas.to.gov.br. O projeto de lei está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Redação. O presidente da comissão, vereador Diogo Fernandes (PSD) ressaltou que o objetivo da Casa é buscar uma solução para a situação sem gerar custos para a sociedade.

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Regularização Fundiária, Ricardo Ayres, lembrou que na época que foi feita a alteração do endereçamento não foi realizada a alteração cartorial. “Não houve continuidade ou transição de nomenclatura, o que deveria ter sido feito em 1997, com um custo bem menor do que hoje. Em 2014 foi formada uma comissão especial para resolver essa questão, com contribuição de representantes de cartórios, correios e sociedade civil organizada que concluiu por unanimidade pela manutenção da nomenclatura”, informou.

A Prefeitura de Palmas não soube informar qual o custo cartorial dessa transição de nomenclatura, mas ressaltou que o valor seria muito maior que os R$ 40 milhões previstos para a troca das placas e da sinalização da cidade.

O que se sabe é que a mudança divide a opinião da população. Aquelas que chegaram em Palmas até 1997 a ideia é irrelevante, mas para aqueles já chegaram após a mudança, a adaptação será um processo severo.
 

16/11/17 14:13 | Atualizado em: 16/11/17 14:25

POLÍTICA

O misterioso caso da primeira-dama de Miracema: Ela é enfermeira da PM e acumula o cargo de secretária de Assistência Social.




  Miracema, a primeira Capital do Tocantins, me surpreende pela segunda vez esse ano. Depois do vereador que recebeu R$ 30 mil em diárias pagas em uma viagem a Brasília, o portal da transparência também mostra que a primeira-dama, Camila Fernandes Araújo, acumula o cargo de secretária de Assistência Social com o de enfermeira do quadro da Saúde da Polícia Militar.

Camila, que é subtenente, recebe, segundo o Portal da Transparência do Governo do Tocantins, R$ 10.697,93. Já na prefeitura de Miracema, seu subsídio é de R$ 5 mil.

A primeira-dama não pode acumular as duas funções, a legislação é clara e as regras são mostradas nas letras da Constituição Federal.

Para quem tem dúvida da sagacidade de Camila, PM do Tocantins, basta analisar o que diz o inciso XVI, do art. 37 da Constituição Federal. “ É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto quando houver compatibilidade de horários, observando em qualquer caso o disposto no inciso XI: c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas;”

É possível observar que não é permitida a acumulação de dois cargos técnicos, nem de um cargo técnico com outro cargo privativo de profissionais de saúde.

Então, o cargo de secretária requer dedicação exclusiva, não existe a compatibilidade de horário para que a policial continuasse a desenvolver sua função na Polícia Militar. Além disso, não existe a possibilidade de acumulação de um cargo público na área da saúde, com um outro de características técnicas.

A prefeitura poderia ter solicitado a cessão da policial ou ela deveria se licenciar por interesse particular. No primeiro caso, a primeira-dama ganhava o direito de escolher entre as duas remunerações.

A regra é clara, Camila deve devolver tudo que recebeu irregularmente, inclusive as diárias. Como foi nomeada pelo seu marido Moisés da Sercon no inicio do ano, o dano ao erário é de R$ 53,2 mil.

O assunto virou piada nas redes sociais, todo mundo quer saber se o “casal real” de Miracema irá devolver o montante. E alguns ainda brincam com o termo: “Pense em uma primeira-dama cara!”.

Vamos ver o que vai acontecer!

Eu tentei contato com o prefeito, mas o telefone só caiu na caixa de mensagem. O espaço está aberto para explicações.














 

16/11/17 11:02 | Atualizado em: 16/11/17 11:23

POLÍTICA

Tradição: Semana com feriado esvazia parlamentos






Já virou tradição: todas as vezes em que existem feriados no meio da semana, o Legislativo tira folga durante a semana inteira.

Isso é comum acontecer em todas as esferas, tanto na federal, quanto na estadual e na municipal.

No Tocantins, por exemplo, não houve sessões na Assembleia Legislativa essa semana. Na terça-feira, 14, véspera de feriado, a desculpa foram os aniversários de 11 cidades. Através de nota enviada a imprensa, ainda na terça, o parlamento explicou. “Os deputados aproveitam o dia para percorrer alguns dos 11 municípios do Tocantins que comemoram, hoje, mais um ano de aniversário de sua emancipação”, diz o texto.

Nesta quinta-feira, 16, também não houve sessão no parlamento e os painéis continuaram fechados. Os deputados decidiriam esticar o feriado um pouco mais. O motivo não foi explicado, mas pelos corredores da Casa alguns atribuíam a falta dos deputados ao título do Corinthians. “Eles devem estar comemorando”, brincou uma fonte.

Já na Câmara de Palmas, alguns vereadores reclamaram do cancelamento da sessão de terça-feira para a realização de uma oficina de licitação e contratos. Não era difícil ver parlamentares questionando a necessidade de realizar o evento no plenário da Casa. “Estamos com vários projetos atrasados e essa oficina poderia ter sido realizada em outro lugar”, disse um vereador.

Já nesta quinta-feira, 16, pós-feriado, a sessão ordinária prevista foi realizada normalmente e um dos assuntos debatido foi o projeto de Gonzaga Patriota (PSB/PE) sobre a transposição do Rio Tocantins.

Será que devo parabenizar os legisladores palmenses por terem ido bater o ponto após o feriado?

 

08/11/17 17:12 | Atualizado em: 08/11/17 20:45

POLÍTICA

Siqueira Campos está sendo adorado até por quem o odeia





Se tem uma coisa que o ex-governador José Wilson Siqueira Campos sabe fazer é ser adorado até por aqueles que o odeiam.

O fato é que ele está sendo um dos nomes mais disputados para composição de chapas majoritárias no ano que vem. Não é segredo que Siqueira pretende disputar uma das vagas ao senado e também não é segredo que existe em sua casa um entra e sai de aliciadores loucos pelo apoio do ex-gestor.

Por enquanto, Siqueira continua calado, sem partido e recebendo em sua residência políticos de diversos partidos. Ele já foi convidado oficialmente para se filiar ao PHS de Mauro Carlesse e ao PSC de Osires Damaso.

Siqueira também começou a ser agraciado por honrarias e titulações em diversos municípios. Esse ano ele foi a Formoso do Araguaia onde foi homenageado e deve ir a São Valério receber o Título de Cidadão São Valeriano. Já nesta quinta-feira, 09, o ex-governador irá a Gurupi onde participará de uma sessão solene especial de entrega da outorga de Título Honorífico de Cidadão Gurupiense. O evento está previsto para acontecer às 15 horas o Plenário Salomão Lustosa Pinheiro.

O caminho que Siqueira seguirá ainda é um mistério e só o tempo dirá a direção política que ele irá tomar.

07/11/17 16:27 | Atualizado em: 07/11/17 16:27

POLÍTICA

Durante participação na COP 23, Marcelo Miranda quer oferecer créditos de carbono do Tocantins para investidores internacionais





O governador Marcelo Miranda vai aproveitar a participação do Tocantins na Conferência das Nações Unidas para as Mudanças do Clima (COP 23), para sensibilizar investidores potenciais aportarem recursos em ações de Pagamento por Serviços Ambientais, prestados a partir da conservação da floresta e remanescentes de cerrado, tanto em áreas públicas, como unidades de conservação, quanto nas propriedades particulares.

O Tocantins segue a pegada de vizinhos como o Acre, que recebe anualmente cerca de US$ 60 milhões por esse tipo de serviço. O estado do Amazonas também é um grande beneficiário do pagamento por crédito de carbono.

A COP 23 teve início ontem, em Bonn, antiga capital da Alemanha Oriental, e se encerra no dia 17. Miranda vai apresentar os avanços no Tocantins na agenda ambiental, com ênfase ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) que alcançou cerca de 65% da meta estabelecida pelo governo estadual, com 15,4 milhões de hectares já cadastrados no sistema.

Financiado com recursos do Fundo Amazônia, o CAR é gratuito para os pequenos agricultores e uma equipe técnica está visitando as propriedades para assegura que todo os beneficiários desta ação sejam contemplados.

Miranda estará acompanhado de uma comitiva integrada pelo deputado estadual, Nilton Franco e dos secretários Meire Carreira (Ambiente), David Siffert (Planejamento), Alexandro Castro (Desenvolvimento Econômico), além de equipe técnica.
 

06/11/17 16:57 | Atualizado em: 06/11/17 16:57

POLÍTICA

Ricardo Ayres se mistura a burguesia amasthiana e consegue desenvolver um trabalho brilhante na Prefeitura de Palmas





Com apenas nove meses no comando da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Regularização Fundiária de Palmas, o deputado estadual licenciado Ricardo Ayres (PSB) demonstra que é a peça que faltava na gestão de Carlos Amastha, seu colega de partido.

Portuense de família tradicional, o gestor se difere dos outros integrantes da administração de Amastha. Sua linhagem familiar e sua origem política facilita seu trânsito em ambientes nunca desbravados por outras figuras ligadas a gestão amasthiana.

O primeiro escalão de Amastha é classificado, em sua maioria, como a nata da burguesia palmense. São pessoas que não se misturam e que têm dificuldade de adentrar nas comunidades periféricas.

Mas Ricardo é diferente, ele se adapta muito bem dentro das comunidades e tem facilidade em dialogar com a população. Esse seu jeitão interiorano tem conseguido agregar lideranças e fortalecer o nome do Prefeito de Palmas em diversas regiões da cidade.

Sua expertise está fazendo com que sua gestão a frente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Regularização Fundiária seja um sucesso. Desde que entrou na pasta, em fevereiro deste ano, Ricardo, a pedido de Amastha, se concentrou em atuar na resolução das questões de titularização de imóveis e regularização fundiária na Capital.

O primeiro passo foi sentar com os representantes dos bairros, conhecer as demandas e resolver os problemas de posse com a finalidade de possibilitar a arrecadação tributária da prefeitura e, consequentemente, facilitar a implantação de infraestrutura nessas localidades. Esse processo foi desenvolvido por Ricardo sem dificuldades políticas e sem a rejeição dos líderes comunitários.

Agora, a Prefeitura já conseguiu entregar diversos títulos e trabalha na regularização de cerca de 240 áreas irregulares, priorizando aquelas que possuem um número maior de habitantes como é o caso do Setor Universitário, Santo Amaro, Vila Canaã, Irmã Dulce e Taquari.

O trabalho desenvolvido por Ricardo Ayres tem dado muita visibilidade ao prefeito, mas o que não se sabe é como será a retribuição do gestor durante o processo eleitoral de 2018, já que na lista de queridinhos de Amastha, o secretário, que pretende disputar sua reeleição para o Parlamento Estadual, figura na lanterna, muito atrás de nomes como Crhistian Zini, Adir Gentil, Thiago Andrino e Alan Barbieiro, que também querem disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.





03/11/17 10:24 | Atualizado em: 03/11/17 10:24

POLÍTICA

PV quer fortalecer nome de Cláudia Lélis para 2018





A vice-governadora Cláudia Lélis, presidente regional do Partido Verde, iniciou uma série de reuniões pelo Estado com o objetivo de dar musculatura ao partido na intenção de viabilizar a sua indicação a uma das vagas ao Senado ou a sua permanência na posição de vice na chapa de Marcelo Miranda (PMDB) nas eleições do ano que vem.

O projeto que está sendo implementado no Estado já conta com o apoio da Executiva Nacional do PV, que também defende o nome de Cláudia nessa composição com Marcelo Miranda.

Cláudia é hoje o principal nome da sigla no Estado, já que seu marido, o ex-deputado Marcelo Lélis, está inelegível até 2020. “Queremos disputar uma vaga de deputado federal e formar bancada na Assembleia com pelo menos dois parlamentares. Quando o partido se aliou ao governador Marcelo Miranda nas eleições de 2014, era outra situação, outra conjuntura, e de lá para cá nós só crescemos. Disputamos 26 cidades e vencemos em 13”, lembrou Cláudia Lélis.

Segundo a vice-governadora, seu trabalho começará com a promoção de reuniões regionais do partido pelo Tocantins. Cláudia quer escutar os anseios da população e quer apresentar os nomes do partido para composição proporcional. O Tocantins foi dividido em seis regiões e até o dia 20 de dezembro a caravana da sigla pretende percorrer todas elas.

A primeira região a receber a caravana do PV, batizada de Projeto PV em Ação, foi a do Bico do Papagaio. Por onde passa, Cláudia também tem o objetivo de estruturar a sigla através da eleição de delegados que irão representar cada região dentro da executiva estadual. “No total, serão eleitos seis delegados, um para cada região do Estado”, explicou a presidente do PV.

Atualmente, o partido conta com apenas três delegados no Estado, sendo eles a vice-governadora Cláudia Lelis, o ex-presidente estadual, Marcelo Lelis que hoje ocupa um cargo na Executiva Nacional e o presidente Metropolitano de Palmas, Deocleciano Gomes.

Durante sua estadia no Bico, Cláudia Lelis, visitou 10 municípios e avaliou sua passagem pela região como positiva. “A primeira etapa do PV em Ação foi extremante positiva. Lá pudemos ouvir dos nossos companheiros e membros da comunidade as demandas da região”, disse Cláudia Lelis.
 

31/10/17 08:04 | Atualizado em: 31/10/17 08:04

FOGO AMIGO

Insatisfação da cúpula governista derruba Gleidy Braga





A insatisfação da cúpula política do Governo com o trabalho feito pela secretária de Cidadania e Justiça, Gleidy Braga, resultou na queda da gestora.

A carta de demissão foi enviada para o governador Marcelo Miranda na tarde de ontem. Nos bastidores existe a informação de que o principal motivo da saída de Gleidy foi o chamado “Fogo Amigo”.

A indisposição com outros gestores teria sido causada pelas constantes declarações, consideradas desastrosas pelo Governo, feitas por Gleidy a imprensa. “Parecia que ela estava alheia aos problemas do governo e às determinações do governador”, disse uma fonte palaciana que não quis se identificar.

Com a saída de Gleidy Braga, o governador determinou ao comandante geral da Polícia Militar, coronel Glauber de Oliveira Santos, que assuma a função, interinamente. Os atos de exoneração e nomeação, respectivos, estão publicados no Diário Oficial do Estado de número 4.981, da noite desta segunda-feira, 30.

Em nota enviada pela Secretaria da Comunicação à imprensa, o governador agradeceu a dedicação da gestora que era uma das poucas remanescentes do Partido dos Trabalhadores no Governo. “O Governador agradece a dedicação e o comprometimento de Gleidy Braga que conduziu com responsabilidade a missão que lhe foi dada no âmbito da competência da secretaria, especialmente no quesito do sistema prisional”, informou a Secretaria de Comunicação do Estado, em nota.


25/10/17 15:32 | Atualizado em: 25/10/17 15:32

POLÍTICA

Conto do vigário: Com apenas 31 servidores efetivos, Câmara de Palmas empurra concurso com a barriga






Tem muita gente estudando com a esperança de que seja publicado o edital do concurso para contratação de servidores da Câmara de Vereadores de Palmas. Mas, o certame está emperrado e sendo empurrado com a barriga.

O concurso público, assim como promessa de transparência dos atos da Casa, faz parte de um conjunto de estratégias de marketing criadas para mudar a imagem da Câmara junto à população palmense.

Essa imagem foi desestabilizada após a divulgação de dados do Observatório Social de Palmas que mostrou que o parlamento da cidade era o segundo mais caro entre as capitais, custando R$ 116,21 para cada morador, perdendo apenas para o Rio de Janeiro, com o custo per capita é de R$ 117,84. Além disso, um estudo da entidade também demonstrou que 84,5% da produção legislativa no período de janeiro de 2013 a junho de 2016 foram irrelevantes.

A casa tem um orçamento anual de R$ 34 milhões, sendo que 70% é gasto com a folha de pagamento, quase R$ 2 milhões por mês. No local, repleto de servidores contratados, existem apenas 31 servidores efetivos.

 O último concurso foi feito há 22 anos e desde 2016, época em que quem respondia pela presidência da Casa era o vereador Rogério Freitas (PMDB), a Câmara protela em realizar o certame, que já foi objeto de uma recomendação do Ministério Público.

Encantado com o sucesso das estratégias de marketing do prefeito Carlos Amastha (PSB), por quem tem grande estima, o atual presidente da Casa, José do Lago Folha Filho, iniciou a sua gestão contratando um dos mais conceituados profissionais de comunicação do estado com o objetivo de reverter a degradação da imagem da Casa.
O anúncio do concurso foi feito, mas pouco depois de estruturar o planejamento de marketing, descontente com a atuação do presidente, o profissional deixou a Casa e assim o barco começou a afundar e a comunicação ficou estática.

Sem um trabalho coeso na comunicação e sem as orientações necessárias, a possibilidade de realização de um concurso começa a ser visto com desconfiança pela população. Inicialmente o edital deveria ser publicado em agosto, foi adiado para setembro e já está terminando outubro e nada.

Nesta quarta-feira, 25, o Observatório Social esteve no parlamento e os vereadores garantiram que todo o processo referente ao certame será realizado de forma transparente. Nos bastidores a informação virou motivo de chacota, pois os comentários dos corredores são de que os vereadores que compõem a comissão para a elaboração do Concurso (formada por vereadores Tiago Andrino, Etinho Nordeste, Laudecy Coimbra, Vanda Monteiro e Gerson Alves) não conseguiram chegar a um consenso em relação ao número de vagas, às regras e nem ao menos à empresa que será contratada.

Enquanto isso, o que mais se ouve sobre o concurso entre os servidores da Câmara Municipal é a famosa frase: “Eu só acredito vendo”.